Amuletos e muleta. Coitadinho do coelho

  Durante muito tempo eu vi nas chaves dos ônibus que circulavam em Vila Velha, aqui no Espírito Santo, vários pés de coelho. Era quase que obrigatório. Não sei se eram todos necessariamente verdadeiros – penso que alguns eram apenas imitações, pés de coelho artificiais – sei que era um padrão daqui da minha cidade,

Mais lenha, por favor.

  Que lástima esta que nossa sociedade vive atualmente. Se antigamente estava ridículo e achávamos ruim, vemos que ridículo era um estágio para o sistema social atual. Entramos hoje, num processo um pouco louco e um pouco bruto nas convenções sociais. Ou seja, juntamos a falta de discernimento lógico da loucura com a falta de

Quero não, obrigado!

Por que será que as pessoas precisam beber até cair? Por que, afinal, precisam beber? Por que se entorpecer de alguma forma? Estranho como o ato de beber e fumar vem se tornado um rito de passagem. Parece que é este processo que transforma o jovem, em um adulto. Complicado. Realmente esquisito este tal de

O fogo amigo é coisa de babaca.

Nos últimos dias tenho notado um verdadeiro absurdo.  Principalmente nas grandes redes sociais. Em especial, no facebook. Vejo uma porção de crente sentando a lenha e outros crentes que, supostamente, teriam feito algo de errado. Pessoas crentes em Jesus Cristo estão na maior cara dura, acusando outros irmãos. Apontando supostos erros e difamando toda a

Qual é o seu nome?

  Qual é o seu nome?   Essa é uma pergunta básica no convívio social. É assim que se iniciam algumas conversas; é assim que se abre um crediário, que se faz matrícula, enfim, o nome é uma identidade. Melhor, o nome é a identidade.   Para alguns povos, o nome é uma benção que

Pior que o arregão, é o falso.

    Pior que o arregão, é o falso. Os dias estão apertados, a gente acorda cedo e, termina de colocar a camisa já no ponto de ônibus.  A oração é feita durante a caminhada pro trabalho e, a bíblia a gente lê… na medida do possível. De fato, temos que ler a bíblia, a